Pintado esboça time do São Paulo e tem papo com Cueva; meia pode perder vaga
Interino
dá pista da equipe titular com oito jogadores, sem Jucilei, Petros e
peruano, com quem tem papo de aproximadamente dez minutos. Camisa 10
poderá ficar no banco no San-São
Pintado comandou o segundo dia de trabalho no São Paulo, nesta
quarta-feira de manhã, no CT da Barra Funda, após a demissão de Rogério
Ceni. Ele vai dirigir a equipe interinamente no clássico contra o
Santos, domingo, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão.
Isso porque mesmo em caso de acerto com Dorival Júnior,
favorito para assumir a equipe, ele não poderá dirigir o time
imediatamente por conta de problemas particulares a resolver em
Florianópolis no fim desta semana.
Nesta terça, Pintado deu uma pista do time titular para o San-São. Ele
dividiu o elenco em três grupos. O que mais se aproximava de uma
formação de equipe para o jogo era o seguinte: Bruno, Lugano, Rodrigo
Caio e Junior Tavares; Lucas Fernandes, Marcinho, Denilson e Lucas
Pratto.
Cueva e Pintado conversam depois do treino do São Paulo (Foto: Marcelo Hazan)
Jucilei e Petros, titulares prováveis, estavam em outro time, com
Wesley, Militão, Araruna, Buffarini, Shaylon e Cueva. O peruano, aliás,
poderá perder vaga na equipe do Tricolor. Na comissão técnica, a
impressão é de que o jogador precisa competir mais pela posição.
Depois do treinamento, Pintado chamou o meia para uma conversa
particular de cerca de dez minutos. Ele não faz gol desde o dia 18 de
março. Desde a lesão muscular sofrida com a seleção peruana, em março, o
atleta não voltou a ter o mesmo rendimento. Agora, tem mais
concorrentes para o setor, como Jonatan Gomez e o garoto Lucas
Fernandes, em ascenção.
O São Paulo não vence há seis rodadas e entrou na zona de rebaixamento: é o 17º colocado, com 11 pontos.
Cueva treinou nesta quarta no São Paulo, mas poderá perder vaga no time (Foto: Marcelo Hazan)
- Atualizado em
Diretor da CBF: campeão brasileiro pode cair e perder título sem certidões
Rogério
Caboclo, diretor executivo de Gestão da CBF, explica que nova
legislação pune clube que não cumprir à risca os pagamentos de salários e
dívidas do Profut
Promovido diretor executivo de Gestão da CBF desde janeiro de 2016,
Rogério Caboclo é o cara desde então com a missão de cuidar dos
problemas do futebol brasileiro. Nesta terça-feira, ele esteve presente
ao "Seleção SporTV"
para explicar as mudanças de normas e exigências para todos os clubes. E
deixou um alerta ligado. Segundo ele, o clube que for campeão
brasileiro de 2017, caso não obtenha licença de que cumpre à risca suas
obrigações trabalhistas e não estiver regularizado com a certidão do
Profut, programa de refinanciamento das dívidas fiscais, poderá ser
rebaixado e perder o título.
Rogério Caboclo explicou que o
regulamento da CBF tem um dispositivo no qual os atletas que estejam em
situação de irregularidade salarial podem fazer a denúncia, e o clube
terá um prazo para colocar em dia suas obrigações, sob pena de perda de
pontos naquela competição. Este, segundo o diretor executivo de Gestão, é
um instituto vigente e que funciona. Essa representação pode ser feita
não só pelo atleta, mas por advogado ou até pelo sindicato
representativo da categoria. Os clubes, no caso, precisam ter a licença
de que estão em regularidade.
Clube que não pagar suas obrigações pode cair, diz Rogério Caboclo (Foto: Reprodução/SporTV)
O apresentador Marcelo Barreto lembrou que os clubes já têm suas
obrigações com o Profut, e perguntou se existe uma relação entre essa
licença e o programa de refinanciamento de dívidas e se os clubes correm
algum risco caso tenham problemas.
- Na verdade, existem duas
realidades relacionadas ao Profut. A primeira delas, do cumprimento por
aqueles clubes que aderiram e tiveram o benefício do parcelamento dos
seus débitos que são próprios desses clubes. E uma outra, que o
legislador criou, e de uma forma até curiosa, para não dizer incrível:
ele equipara a regularidade, no recolhimento de tributos, a
classificação obtida dentro de campo para que o clube não seja
rebaixado. Isso significa dizer que o campeão brasileiro de 2017, se
porventura, quando do início do Campeonato Brasileiro de 2018, não
obtiver uma certidão, pode ser ela da Previdência Social, de tributos
federais ou do Fundo de Garantia, ele pode ser alijado da participação
da Série A do Campeonato Brasileiro mesmo ostentando a medalha de
campeão do ano anterior. Campeão e rebaixado. O legislador, em algum
momento, se convenceu que isso era algo possível. Então, de forma
inédita, no mundo e mesmo no Brasil em relação a outras atividades, o
legislador fez para o futebol uma regra em que, uma vez devedor, ainda
que paire dúvida a respeito desse débito, da legitimidade e regularidade
do débito, a simples ausência da certidão alija o clube de participar
de uma competição.
O comentarista Vitor Birner queria
esclarecer dúvida também com relação às tão faladas licenças para os
clubes mediante cumprimento de obrigações. Deu o exemplo de um clube
campeão brasileiro com sete meses de salários atrasados, com a dívida só
começando a ser quitada com os jogadores a partir de janeiro do ano
seguinte, mas com a quitação paralisada logo depois, estourando o limite
de três meses de salários atrasados, o que daria a qualquer jogador o
direito de ter a liberação dos seus direitos federativos. Segundo
Rogério Caboclo, haveria outras sanções:
- O clube não seria excluído da competição, mas poderia perder o título e ser rebaixado - disse o dirigente.
Rogério acha que os clubes agora serão obrigados a ter mais responsabilidade. Mas não escondeu uma outra preocupação.
-
Eu acho que esse é o aspecto positivo, para que a gestão aconteça, e de
forma irretratável. Ou seja, o clube tem que fazer. Agora, existe uma
preocupação quanto à continuidade das competições quando, a partir de
2018, a lei, implementada, vai passar a excluir clubes que não
apresentem às vésperas de cada uma das competições todas as certidões
que garantam ao Fisco o recebimento dos tributos que ele,
unilateralmente, entende que são devidos. Ainda que não sejam.
Campeão em 2015, Corinthians devia salários aos jogadores e perderia pontos com a atual lei (Foto: Agência Reuters)
NOTICIAS DA PONTE PRETA (MACACA)
Duplo jejum para Ponte: um ano sem vencer fora na Série A e tabu em Itaquera
Contra
o Corinthians, Macaca desafia retrospecto recente altamente
desfavorável como visitante, tanto no geral como na arena do Timão
Não bastasse ter pela frente o líder invicto do Campeonato Brasileiro, a
Ponte Preta desafia dois incômodos jejuns como visitante no próximo
sábado, quando enfrenta o Corinthians a partir das 19h, pela 12ª rodada.
Além de não vencer fora de casa há mais de um ano pela elite nacional, a
Macaca carrega o tabu de nunca ter superado o Timão na arena.
Quando empatou por 0 a 0 com o Avaí em Florianópolis, no último
domingo, a Ponte já havia completado um ano sem somar três pontos longe
de Campinas pela elite nacional. A última vez que a equipe conquistou um
triunfo fora foi em 30 de junho de 2016, quando fez 3 a 0 no Santa
Cruz, no Arruda, com dois gols de Pottker.
Desde então, contando as duas edições - 12 da última e seis da atual,
são 18 partidas consecutivas sem um resultado positivo, com 11 derrotas e
sete empates. Nesta temporada, a Ponte perdeu para Botafogo (2 a 0),
Atlético-GO (3 a 0) e Flamengo (2 a 0), além das igualdades com
Atlético-MG (2 a 2), Santos (0 a 0) e agora Avaí.
Último jogo da Ponte em Itaquera terminou 1 a 1: foi na grande decisão do Campeonato Paulista (Foto: Marcos Ribolli)
Levando em conta também o Paulistão e a Sul-Americana deste ano, a
Ponte não vence como visitante desde 23 de março: 2 a 1 sobre o São
Bento, em Sorocaba, ainda pela primeira fase do estadual, na estreia de
Gilson Kleina.
- Isso não incomoda. Pega os times que têm elenco grande e qualificado.
Eles também têm dificuldade para ganhar fora. Fora de casa é difícil,
tem que ter esse espírito. Mas nós vamos ganhar, pode ficar tranquilo
que vamos ganhar - disse o auxiliar Juninho, após a partida em Santa
Catarina, onde substituiu Kleina no banco de reservas por conta da morte
do cunhado do treinador.
O retrospecto é ainda pior em Itaquera. Em cinco jogos na arena
corintiana, a Ponte acumula quatro derrotas e apenas um empate.
Até ficar no 1 a 1 na segunda decisão do Campeonato Paulista deste ano,
quando precisava vencer por pelo menos três gols de diferença para ter a
chance de ser campeã, a Macaca só havia perdido no local: 2 a 0 pelas
quartas de final do Paulistão de 2015, outro 2 a 0, desta vez pelo
Brasileirão de 2015, 2 a 1 pelo estadual de 2016 e 3 a 0 no Brasileirão
de 2016.
FONTE: globoesporte.com.br
Antes de Ba-Vi, Zé Rafael alerta: “Bola forte deles é a parada”
Meia
reconhece momento ruim do Bahia na Série A do Brasileiro, mas diz
acreditar em recuperação no clássico de domingo, no Barradão
Por Ruan Melo, Salvador
"Acredito que eles têm a bola forte dele a parada", diz Zé Rafael (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia)
Bahia e Vitória se encontram no próximo domingo, em um clássico que não
tem muita coisa de novidade. Frente a frente pela sexta vez no ano, as
equipes se encaram, desta vez, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Diferente das partidas anteriores, pelas fases decisivas do Campeonato
Baiano e da Copa do Nordeste, o confronto do próximo domingo vale a
saída da zona de rebaixamento do Brasileirão.
Com o time sem vencer há cinco partidas e na 17ª posição na tabela, o
meia Zé Rafael reconhece o momento difícil para o Bahia, assim como
também o do rival. Uma posição abaixo do Tricolor, o Vitória entra em
campo após derrotas nas duas últimas rodadas.
- A gente sabe que está passando por momento difícil, situação adversa
do que a gente estava pretendendo para esse início do campeonato. Nossa
equipe está focada, bem unida. A gente sabe que tem qualidade para sair
dessa zona desconfortável. Só com trabalho mesmo vai conseguir sair
dessa situação. [...] Clássico a gente sabe que é muito difícil falar. A
pressão é grande para os dois lados, independente de a gente estar em
primeiro e o Vitória em último, ou vice versa, a gente tem que vencer. A
gente sabe que a equipe deles também está pressionada. Temos condição
de sair dessa parte de baixo da tabela. O quanto sair antes melhor –
acredita Zé Rafael.
Depois de encarar o Vitória em tantas outras oportunidades, Zé Rafael
já tem em mente os pontos fortes do rival. Para o meia, o Bahia tem que
tomar cuidado com a bola aérea do Rubro-Negro.
- Acredito que a bola forte deles é a parada. Temos que tomar muito
cuidado com isso. São jogadores que são fortes. Tenho certeza que essa
semana a gente vai trabalhar muito para domingo fazer partida impecável e
sair dessa zona.
O jogo contra o Vitória está marcado para as 16h (horário de Brasília) de domingo, no Barradão.
Confira outros trechos da entrevista coletiva do meia Zé Rafael:
Finalizações erradas
- Eu acho que a gente tem criado muitas oportunidades de gols.
Geralmente, as primeiras chances a gente não tem sido eficiente,
principalmente eu, que tenho maior número de finalizações [é o líder do
Bahia no fundamento]. A gente tem trabalhado. Vamos trabalhar muito essa
semana para que domingo as coisas aconteçam de forma natural.
Torcida única
- Eu acho que, para nós, dentro de campo, fora de casa, não interfere
em nada. Nosso ponto forte é jogar em casa com nossa torcida, que tem
comparecido sempre. A gente fez um bom jogo contra o Grêmio, contra o
Corinthians. O resultado não condiz com o que foi o jogo. Domingo a
gente vai tentar fazer boa performance com triunfo.
Seca de gols
- Faz tempo que não faço gol, mas acho que não é por falta de
tentativa, de trabalhar. Os goleiros também... Não dá para tirar o
mérito deles. Contra o Palmeiras, na jogada que saiu nosso gol, o Prass
acabou pegando. Contra o Corinthians, tive uma bola difícil para o
goleiro pegar, e o Cássio foi feliz. Temos tentado de todas as formas.
Tenho certeza que quando sair os próximos, a gente vai deslanchar.
Esposa grávida
- Com relação à parte familiar, é uma motivação a mais. Família é nossa
base. Esse novo membro que vem acrescentar é sempre uma motivação.
Estou feliz e cada vez mais motivado para dar alegria para ele, minha
esposa.
Lembrança dos Ba-Vis
- Triunfo. Nada melhor que o triunfo. A agente teve jogo muito difícil
pela Copa do Nordeste e tem que ficar marcado aquele jogo [2 a 0 para o
Bahia na Fonte Nova]. Um jogo quase perfeito, se não foi perfeito. Temos
certeza que domingo vamos fazer mais um grande jogo e trazer o triunfo.
Caras novas contra o Flamengo? São Paulo tenta regularizar reforços internacionais
Inscrições
de Arboleda e Gómez até sexta-feira são difíceis por dependerem de
visto de trabalho – próximo jogo é no domingo. Equatoriano e argentino
começam integração com o grupo
Por Marcelo Hazan, São Paulo
Aos poucos, Rogério Ceni vai ganhando novas opções no São Paulo. Mas a regularização do zagueiro equatoriano Arboleda e do meia argentino Gómez, anunciados nos últimos dias, não deve acontecer rapidamente.
Pela parte burocrática, o clube considera difícil deixá-los aptos para o
confronto com o Flamengo, no domingo, na Ilha do Urubu, pela 11ª rodada
do Campeonato Brasileiro. Eles teriam de aparecer no Boletim
Informativo Diário (BID) da CBF até sexta-feira.
Por serem estrangeiros, Arboleda e Gómez dependem de visto de trabalho
para jogar no Brasil. Isso dificulta a regularização dos reforços.
Arboleda (à esq.) e Gómez conheceram o Morumbi no domingo (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Arboleda e Gómez conheceram o Morumbi no último domingo, durante o
empate por 1 a 1 com o Fluminense. Os dois estiveram com o grupo no
vestiário e acompanharam a partida.
O zagueiro equatoriano, por sua vez, poderá ser um substituto para
Maicon, negociado com o Galatasaray, da Turquia – Lucão também está de
saída. O meia argentino, ex-Santa Fé, será um concorrente a mais para
Cueva, em baixa nas últimas partidas.
Além Arboleda e Gómez, o São Paulo está perto de anunciar Petros. O volante será submetido a exames e, se for aprovado, assinará contrato.
Após a folga de segunda-feira, o elenco tricolor se reapresentará na
tarde desta terça-feira, no CT da Barra Funda. O time ocupa da 16ª posição na tabela do Brasileirão, a primeira fora da zona de rebaixamento – é a única competição que resta na temporada.
Fluminense consegue laudos, e Giulite Coutinho é liberado para jogos
Estádio
do America recebe liberações da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros, e Tricolor volta à Baixada já na próxima segunda-feira,
contra a Chapecoense
Por Caio Blois, Rio de Janeiro
O Fluminense voltará a Giulite Coutinho. Após uma inspeção nesta
terça-feira, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros emitiram os laudos
que liberam o estádio para voltar a receber jogos oficiais. O retorno
do Tricolor à casa do America será na partida contra a Chapecoense,
marcada para a próxima segunda-feira, às 20h.
Fluminense está de volta ao Giulite Coutinho (Foto: MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC)
Depois de selar um acordo aditivo ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o America retirou os impedimentos legais de seu campo.
Assim, o estádio estava próximo de receber novos laudos e ser reaberto.
O Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) e os Bombeiros
realizaram uma nova inspeção e validaram novos Laudos de Prevenção e Combate a Incêndio (LPCI) e Certificados de Registro (CR). A validade é 22 de dezembro de 2017, seguindo o prazo do alvará expedido pela Prefeitura de Mesquita. A lotação máxima ficou estabelecida em 12.159 pessoas.
O Tricolor deve formalizar uma nova parceria com o clube rubro - a
última ia até o fim do estadual -, ainda com tempo de vínculo
indefinido. O último jogo do Fluminense no Giulite aconteceu em 26 de
março de 2017, na vitória sobre o Macaé por 3 a 0,
pelo Campeonato Carioca. Sornoza, Richarlison e Wellington Silva
marcaram para o time de Abel Braga. Ao todo, já foram 32 jogos do Flu no
estádio, com 18 vitórias, cinco empates e nove derrotas - um
aproveitamento de 61,5%. A diferença no saldo de gols é significante: 76
marcados e 42 sofridos.
Com torcida única, Ba-Vi no Barradão tem venda de ingressos iniciada
Por
determinação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), clássico de
domingo terá torcida única. Ingressos para arquibancada custam R$ 40 e
R$ 20
Por GloboEsporte.com, Salvador
A venda de ingressos para o Ba-Vi de domingo, marcado para 16h (de
Brasília), no Barradão, foi iniciada nesta terça-feira, pela internet.
Os pontos físicos iniciarão a comercialização de bilhetes a partir de
quarta-feira. Por determinação da Confederação Brasileira de Futebol
(CBF), que acatou recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), o
clássico válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro terá torcida
única.
Para acompanhar a partida de perto, os torcedores do Vitória precisarão
desembolsar R$ 40 (inteira) ou R$ 20 (meia) para comprar um ingresso
para o setor de arquibancada. Os ingressos para o setor de cadeiras
custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).
Com o novo sistema de venda de ingressos, sócios Sou Mais Vitória Prata
podem entrar no estádio por qualquer catraca de acesso à arquibancada.
Os sócios SMV Bronze e Leão podem comprar suas entradas em qualquer
ponto de venda. É importante lembrar que, pela internet, estão à venda
apenas entradas inteiras. Crianças menores de 12 anos não pagam e têm
acesso ao Barradão por catracas específicas, mediante apresentação de
documento de identidade ou certidão de nascimento.
Pontos de venda
1) Internet – 24h, até as 13h de domingo; 2) Lojas oficiais: - Loja do Leão – Shopping Capemi (de quarta a sexta, das 9h às 19h / sábado, das 9h às 16h), - Loja do Leão – Shopping Center Lapa (de quarta a sexta, das 9h às 17h / sábado, das 9h às 16), - Loja Estação Rubro-Negra – Shopping Paralela (de quarta a sexta, das 9h às 17h / sábado, das 9h às 16); 3) Barradão – (de quarta a sexta, das 9h às 18h / sábado, das 9h às 17h / domingo, das 10h às 17h).
Quartas da Copa do Brasil: tudo que você precisa saber sobre Flamengo x Santos
Rubro-Negros
recebem desfalcado Peixe na Ilha, com voltas de Juan e Everton, mas sem
reforços, contratados fora do prazo de inscrição para competição
Por GloboEsporte.com, Rio de Janeiro
(Foto: Infoesporte)
Flamengo e Santos abrem o confronto das quartas de final da Copa do
Brasil, nesta noite de quarta-feira, às 21h45, na Ilha do Urubu. O
Rubro-Negro tenta manter o retrospecto positivo na nova casa, reformada
este ano. Em duas partidas, foram duas vitórias, com 2 a 0 sobre a Ponte
Preta e goleada de 5 a 1 na Chapecoense.
O jogo da volta está marcado para 26 de julho, na Vila Belmiro, também
às 21h45. Passa de fase quem tiver melhor saldo de gols no duelo e maior
número de gols feitos na casa do adversário. Em caso de empate nos dois
primeiros critérios, os times disputam pênaltis para definir a vaga na
semifinal.
Transmissão:
TV Globo para RJ, RS, SC, PR, SP (Santos), MG (Juiz de Fora), ES, GO,
TO, MS, MT, BA, SE, AL, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF
(com Luis Roberto, Juninho Pernambucano e Arnaldo Cezar Coelho)
(Foto: Infografia)
Flamengo - Técnico: Zé Ricardo
Zé não terá os reforços de Éverton Ribeiro, Rhodolfo e Geuvânio na
partida desta quarta-feira. O trio foi contratado fora do prazo de
inscrição no torneio – data limite era 24 de abril. O treinador terá
dois retornos importantes, contudo: Juan volta à zaga do Flamengo e
Everton ao ataque.
Quem está fora:
além de Éverton Ribeiro, Rhodolfo e Geuvânio, outro desfalque é Thiago
Santos, em recuperação de rompimento de ligamento do joelho direito.
(Foto: GloboEsporte.com)
Santos - Técnico: Levir Culpi
Com campanha ruim como mandante - cinco derrotas no semestre -, o
Santos aposta em um bom resultado fora de casa para largar na frente nas
quartas de final da Copa do Brasil contra o Flamengo. Com o técnico
Levir Culpi, o Peixe aposta no contra-ataque. A ideia é explorar os
espaços deixados pelos rubro-negros. O único desfalque é Thiago Maia,
com virose. Leandro Donizete será o substituto.
Quem está fora:
Thiago Maia (virose), Ricardo Oliveira (pneumonia), Zeca (em
recuperação física), Gustavo Henrique e Luiz Felipe (em recuperação de
cirurgia no joelho), Rodrigão (amigdalite), Cleber (edema na
panturrilha) e Yuri (dores no quadril)
(Foto: Infografia )
Ricardo Marques Ribeiro (MG), auxiliado por Guilherme Dias Camilo (MG) e Fabricio Vilarinho da Silva (GO).