Laio (d) comemora após marcar o segundo gol do Botafogo no Engenhão
13/06/2009 - 20h22
Bota vence a primeira no Brasileiro e tira invencibilidade do Santos
Do UOL Esporte
No Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro
O Botafogo conseguiu a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro ao bater o Santos por 2 a 0, neste sábado, no Engenhão, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols da equipe carioca foram marcados por Batista e Laio. Com o resultado, o Peixe, irreconhecível ofensivamente, perdeu a invencibilidade e manteve os nove pontos. Já o Alvinegro carioca está fora da zona de rebaixamento, com seis.
"Disputei a bola com o Victor Simões. Acabou sobrando para o jogador deles. O futebol às vezes é decidido nos detalhes e precisamos trabalhar para não acontecer mais esses erros. Não criamos muitas chances de gol. Jogamos abaixo", disse Fabão, que teve participação direta nos gols da equipe carioca.
"Foi meu primeiro jogo no Brasileiro e eu esperava por essa oportunidade. Tenho que agradecer muito a minha família e amigos. Esse momento é importante para mim e o time. Espero mais jogos como esse para somarmos mais pontos", afirmou o emocionado Batista.
"Disputei a bola com o Victor Simões. Acabou sobrando para o jogador deles. O futebol às vezes é decidido nos detalhes e precisamos trabalhar para não acontecer mais esses erros. Não criamos muitas chances de gol. Jogamos abaixo", disse Fabão, que teve participação direta nos gols da equipe carioca.
"Foi meu primeiro jogo no Brasileiro e eu esperava por essa oportunidade. Tenho que agradecer muito a minha família e amigos. Esse momento é importante para mim e o time. Espero mais jogos como esse para somarmos mais pontos", afirmou o emocionado Batista.
PRINCIPAIS LANCES DO JOGO | ||||||||||
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Os dois voltam à campo no próximo final de semana. Enquanto o Botafogo pegará o Vitória, no sábado, às 16h10, no Barradão, a equipe santista terá pela frente o Atlético-MG, domingo, às 18h30, na Vila Belmiro.
O fato de jogar em casa e a necessidade de conquistar a primeira vitória no Campeonato Brasileiro colocavam o Botafogo mais à frente no início do duelo. Porém, mesmo com o volume de jogo, o Alvinegro carioca não conseguia ameaçar de forma efetiva o gol de Fábio Costa até então.
Oportunidade mesmo do Glorioso só aos 25 minutos, quando Victor Simões assustou o goleiro santista. Enquanto isso, Paulo Henrique, Molina e Madson eram vigiados pelos jogadores cariocas. Renan era um mero espectador do duelo.
A superioridade do Botafogo quase foi traduzida aos 31. Fabiano Eller tirou a bola em cima da linha. Melhor ataque da competição, o Santos não conseguia trocar passes e Kleber Pereira trombava com os zagueiros da equipe carioca.
A supremacia carioca foi mantida na etapa final. Irreconhecível, o Santos se mostrava satisfeito com o empate e se concentrava em tentar coibir os avanços do Botafogo.
O jogo, que já era morno, caiu ainda mais no segundo tempo. As equipes erravam muitos passes no meio campo. Com isso, Renan e Fábio Costa não eram acionados.
O marasmo, porém, deu lugar a emoção a partir dos 26, quando o Santos teve a sua melhor chance. Após cruzamento da esquerda, Kleber Pereira cabeceou em cima do goleiro carioca.
O fato de jogar em casa e a necessidade de conquistar a primeira vitória no Campeonato Brasileiro colocavam o Botafogo mais à frente no início do duelo. Porém, mesmo com o volume de jogo, o Alvinegro carioca não conseguia ameaçar de forma efetiva o gol de Fábio Costa até então.
Oportunidade mesmo do Glorioso só aos 25 minutos, quando Victor Simões assustou o goleiro santista. Enquanto isso, Paulo Henrique, Molina e Madson eram vigiados pelos jogadores cariocas. Renan era um mero espectador do duelo.
A superioridade do Botafogo quase foi traduzida aos 31. Fabiano Eller tirou a bola em cima da linha. Melhor ataque da competição, o Santos não conseguia trocar passes e Kleber Pereira trombava com os zagueiros da equipe carioca.
A supremacia carioca foi mantida na etapa final. Irreconhecível, o Santos se mostrava satisfeito com o empate e se concentrava em tentar coibir os avanços do Botafogo.
O jogo, que já era morno, caiu ainda mais no segundo tempo. As equipes erravam muitos passes no meio campo. Com isso, Renan e Fábio Costa não eram acionados.
O marasmo, porém, deu lugar a emoção a partir dos 26, quando o Santos teve a sua melhor chance. Após cruzamento da esquerda, Kleber Pereira cabeceou em cima do goleiro carioca.
ANÁLISE DE JUCA KFOURI | ||
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Tudo levava a crer que o jogo seria 0 a 0 quando Batista, a novidade de Ney Franco para este duelo, fez o primeiro gol do Botafogo, aos 36. Cinco minutos mais tarde, em um lance bizarro de Fabão, Laio se antecipou a Fabio Costa e empurrou para o gol vazio.
BOTAFOGO 2 x 0 SANTOS
Botafogo
Renan, Alessandro, Emerson, Leandro Guerreiro e Eduardo; Fahel (Renato), Léo Silva (Thiaguinho), Batista e Lucio Flavio; Tony (Laio) e Victor Simões
Técnico: Ney Franco
Santos
Fábio Costa, Pará, Fabão, Fabiano Eller e Léo; Roberto Brum, Rodrigo Souto (Roni), Paulo Henrique Ganso, Molina (Neymar) e Madson (Róbson); Kleber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini.
Data: 13/06/2009
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Evandro Rogério Roman(Fifa-PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Aparecido Donizetti Santana (PR)
Cartões amarelos: Victor Simões (Botafogo); Roberto Brum (Santos)
Gols: Batista, aos 36 min e Laio, aos 41 min do segundo tempo
Atletico-PR Deruba o Inter na Ilha do Retiro
O Atlético-PR deu um passo importante para iniciar a recuperação no Campeonato Brasileiro da Série A, ao derrotar o Sport, em plena Ilha do Retiro, por 1 a 0, neste sábado. A vitória, na estreia do técnico Waldemar Lemos, tirou a equipe paranaense da lanterna e, ao menos momentaneamente, da zona de rebaixamento. Foi a primeira vitória do Atlético-PR sobre o Sport, no Recife, em sete jogos.
Já o Sport perdeu a chance de vencer dois jogos consecutivos, o que não acontece no Campeonato Brasileiro desde o início de setembro do ano passado, nas 24ª e 25ª rodadas. A equipe do Recife também sofreu uma queda na tabela e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.
O time pernambucano vinha de uma vitória expressiva sobre o Flamengo e tinha o técnico Emerson Leão à beira do gramado pela primeira vez, desde que retornou ao clube. Portanto, tudo indicava que partiria para a pressão desde o início, em busca do gol. Não foi exatamente o que se viu. O Sport só foi chegar com perigo aos 9 minutos, com Ciro, que perdeu uma chance incrível.
No minuto seguinte, o Rubro-negro do Recife chegou outra vez perto do gol, com Fumagalli. Foram duas grandes chances, que indicavam que o time da casa finalmente ia partir para a pressão. Mas, depois disso, o jogo ficou sem emoção, muito disputado no meio-de-campo e sem que os times chegassem ao ataque.
Apesar de conseguir equilibrar o jogo e impedir o avanço do Sport, o Atlético-PR não se arriscava. Passava a maior parte do tempo trocando passes na intermediária e não partia para agredir o time da casa. As maiores chances da equipe paranaense foram de bola parada. Em uma delas, em um escanteio pela esquerda, quase Rafael Santos marca, após uma saída falha de Magrão.
E ficou nisso. O Sport, sem força no ataque e sentindo a falta de Dutra para realizar as jogadas pela esquerda, não assustou Vinícius novamente. Magrão também continuou como um espectador privilegiado.
O jogo continuou morno na etapa final. O Sport não atuava com a velocidade e a força necessária para impor uma pressão em cima do Atlético-PR, que agradecia e procurava fazer passar o tempo quando tinha a bola. Os dois times não conseguiam chegar na área adversária com perigo e o jogo voltava a ficar brigado apenas no meio-de-campo.
Assim como no primeiro tempo, o Atlético-PR só voltou a assustar em jogadas de bola parada. Em uma delas, aos 29 minutos, a defesa do Sport cochilou e Rafael Santos subiu sozinho para fazer 1 a 0 para os visitantes.
Enquanto Waldemar lemos tirava jogadores mais ofensivos para reforçar a marcação, Leão partiu para o tudo ou nada e trocou o lateral-esquerdo Bruno Teles para a entrada do atacante Guto. Mas a falta de energia do Sport se evidenciou no restante da partida. Sem criatividade e sem vigor no ataque, o time pernambucano sequer chegou a impor uma superioridade sobre o adversário.
SPORT 0 x 1 ATLÉTICO-PR
Sport
Magrão; Moacir, César, Durval e Bruno Teles (Guto); Hamilton, Sandro Goiano, Fumagalli e Luciano Henrique; Ciro e Weldon (Vandinho)
Técnico: Emerson Leão
Atlético-PR
Vinícius; Rodolpho, Rafael Santos e Antônio Carlos; Raul (Zé Antônio), Chico, Valencia, Paulo Baier (Wesley) e Márcio Azevedo; Rafael Moura e Patrick (Fransérgio)
Técnico: Waldemar Lemos
Data: 13/06/2009 (sábado)
Local: Estádio da Ilha do Retiro, no Recife
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro-SP
Auxiliares: Helbert Costa Andrade-MG e Jair Albano Félix-MG
Cartão amarelo: Fumagalli (Sport), Paulo Baier, Chico, Raul, Valencia, Rafael Moura (Atlético-PR)
Gol: Rafael Santos, aos 29 minutos do segundo tempo.
BOTAFOGO 2 x 0 SANTOS
Botafogo
Renan, Alessandro, Emerson, Leandro Guerreiro e Eduardo; Fahel (Renato), Léo Silva (Thiaguinho), Batista e Lucio Flavio; Tony (Laio) e Victor Simões
Técnico: Ney Franco
Santos
Fábio Costa, Pará, Fabão, Fabiano Eller e Léo; Roberto Brum, Rodrigo Souto (Roni), Paulo Henrique Ganso, Molina (Neymar) e Madson (Róbson); Kleber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini.
Data: 13/06/2009
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Evandro Rogério Roman(Fifa-PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Aparecido Donizetti Santana (PR)
Cartões amarelos: Victor Simões (Botafogo); Roberto Brum (Santos)
Gols: Batista, aos 36 min e Laio, aos 41 min do segundo tempo
Atletico-PR Deruba o Inter na Ilha do Retiro
Apesar do resultado, paranaenses não conseguiram deixar a zona do rebaixamento
13/06/2009 - 20h29
Atlético-PR quebra tabu, bate Sport no Recife e sobe na tabela
Márcio Markman
No Recife
No Recife
PRINCIPAIS LANCES DA PARTIDA | |||||||||||
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O time pernambucano vinha de uma vitória expressiva sobre o Flamengo e tinha o técnico Emerson Leão à beira do gramado pela primeira vez, desde que retornou ao clube. Portanto, tudo indicava que partiria para a pressão desde o início, em busca do gol. Não foi exatamente o que se viu. O Sport só foi chegar com perigo aos 9 minutos, com Ciro, que perdeu uma chance incrível.
No minuto seguinte, o Rubro-negro do Recife chegou outra vez perto do gol, com Fumagalli. Foram duas grandes chances, que indicavam que o time da casa finalmente ia partir para a pressão. Mas, depois disso, o jogo ficou sem emoção, muito disputado no meio-de-campo e sem que os times chegassem ao ataque.
Apesar de conseguir equilibrar o jogo e impedir o avanço do Sport, o Atlético-PR não se arriscava. Passava a maior parte do tempo trocando passes na intermediária e não partia para agredir o time da casa. As maiores chances da equipe paranaense foram de bola parada. Em uma delas, em um escanteio pela esquerda, quase Rafael Santos marca, após uma saída falha de Magrão.
E ficou nisso. O Sport, sem força no ataque e sentindo a falta de Dutra para realizar as jogadas pela esquerda, não assustou Vinícius novamente. Magrão também continuou como um espectador privilegiado.
O jogo continuou morno na etapa final. O Sport não atuava com a velocidade e a força necessária para impor uma pressão em cima do Atlético-PR, que agradecia e procurava fazer passar o tempo quando tinha a bola. Os dois times não conseguiam chegar na área adversária com perigo e o jogo voltava a ficar brigado apenas no meio-de-campo.
ANÁLISE DE JUCA KFOURI | ||
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Assim como no primeiro tempo, o Atlético-PR só voltou a assustar em jogadas de bola parada. Em uma delas, aos 29 minutos, a defesa do Sport cochilou e Rafael Santos subiu sozinho para fazer 1 a 0 para os visitantes.
Enquanto Waldemar lemos tirava jogadores mais ofensivos para reforçar a marcação, Leão partiu para o tudo ou nada e trocou o lateral-esquerdo Bruno Teles para a entrada do atacante Guto. Mas a falta de energia do Sport se evidenciou no restante da partida. Sem criatividade e sem vigor no ataque, o time pernambucano sequer chegou a impor uma superioridade sobre o adversário.
SPORT 0 x 1 ATLÉTICO-PR
Sport
Magrão; Moacir, César, Durval e Bruno Teles (Guto); Hamilton, Sandro Goiano, Fumagalli e Luciano Henrique; Ciro e Weldon (Vandinho)
Técnico: Emerson Leão
Atlético-PR
Vinícius; Rodolpho, Rafael Santos e Antônio Carlos; Raul (Zé Antônio), Chico, Valencia, Paulo Baier (Wesley) e Márcio Azevedo; Rafael Moura e Patrick (Fransérgio)
Técnico: Waldemar Lemos
Data: 13/06/2009 (sábado)
Local: Estádio da Ilha do Retiro, no Recife
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro-SP
Auxiliares: Helbert Costa Andrade-MG e Jair Albano Félix-MG
Cartão amarelo: Fumagalli (Sport), Paulo Baier, Chico, Raul, Valencia, Rafael Moura (Atlético-PR)
Gol: Rafael Santos, aos 29 minutos do segundo tempo.
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