25/06/2009 - 18h49
Dunga culpa campo por lentidão, elogia Joel e se gaba de alteração
Alexandre Sinato e Bruno Freitas
Em Johanesburgo (África do Sul)
Em Johanesburgo (África do Sul)
Não foi só a estrela de Daniel Alves que brilhou nesta quinta-feira. Dunga também teve decisão iluminada na semifinal diante da África do Sul, no Ellis Park, e pôde se gabar da substituição decisiva que fez na seleção. Após a suada vitória por 1 a 0 sobre os anfitriões, o treinador brasileiro ainda culpou o gramado pela lentidão de seu ataque e fez elogios ao conterrâneo Joel Santana.
BRASIL VENCE A ÁFRICA NO SUFOCO |
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![]() Foi sofrido. A segunda "zebra" das semifinais da Copa das Confederações rondou o estádio Ellis Park nesta quinta-feira, mas foi afastada por Daniel Alves. Autor do gol brasileiro na vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, o lateral-direito ajudou a equipe a carimbar sua passagem à decisão da competição pela quarta vez na história. A dificuldade, contudo, foi grande. O gol saiu aos 42min do 2º tempo. |
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Mesmo diante da fraca atuação de seu setor ofensivo, Dunga só mexeu no time aos 36min do segundo tempo. Colocou Daniel Alves no lugar de André Santos e viu o lateral-direito decidir a semifinal seis minutos depois.
"Foi justamente nisso que pensei. Eu precisava de um jogador com velocidade, agressivo naquele setor e especialista na bola parada. Ele treina quase todos os dias e a bola parada seria uma das poucas oportunidades que teríamos. Felizmente a falta aconteceu perto da área e ele foi perfeito", avaliou.
No entanto, nem tudo funcionou para o Brasil. Mais que isso, a seleção encontrou mais dificuldades do que previa. Diante da forte marcação sul-africana, Ramires, Kaká, Robinho e Luís Fabiano pouco criaram e ainda abusaram do individualismo. Os contra-ataques, importantes em outros jogos, não deram certo.
Para Dunga, o campo foi um dos principais obstáculos. "Não tinha como dar velocidade nessa transição da defesa para o ataque. O campo não ajudou, era preciso dar dois ou três toques para dominar a bola", reclamou o treinador.
No domingo, porém, o Brasil irá encarar novamente o gramado do Ellis Park. O estádio de Johanesburgo receberá a final diante dos Estados Unidos às 15h30 (de Brasília) deste domingo.
Mas o campo não foi o único problema apontado por Dunga. Ele fez questão de elogiar o trabalho de Joel Santana à frente da África do Sul. "Além de o Joel ser brasileiro, ele formou uma comissão de brasileiros. Eles tiveram tempo para trabalhar e montar a equipe. Fico feliz de ver um brasileiro fazendo um ótimo trabalho em uma seleção."
Fonte: uol Esporte
"Foi justamente nisso que pensei. Eu precisava de um jogador com velocidade, agressivo naquele setor e especialista na bola parada. Ele treina quase todos os dias e a bola parada seria uma das poucas oportunidades que teríamos. Felizmente a falta aconteceu perto da área e ele foi perfeito", avaliou.
No entanto, nem tudo funcionou para o Brasil. Mais que isso, a seleção encontrou mais dificuldades do que previa. Diante da forte marcação sul-africana, Ramires, Kaká, Robinho e Luís Fabiano pouco criaram e ainda abusaram do individualismo. Os contra-ataques, importantes em outros jogos, não deram certo.
Para Dunga, o campo foi um dos principais obstáculos. "Não tinha como dar velocidade nessa transição da defesa para o ataque. O campo não ajudou, era preciso dar dois ou três toques para dominar a bola", reclamou o treinador.
No domingo, porém, o Brasil irá encarar novamente o gramado do Ellis Park. O estádio de Johanesburgo receberá a final diante dos Estados Unidos às 15h30 (de Brasília) deste domingo.
Mas o campo não foi o único problema apontado por Dunga. Ele fez questão de elogiar o trabalho de Joel Santana à frente da África do Sul. "Além de o Joel ser brasileiro, ele formou uma comissão de brasileiros. Eles tiveram tempo para trabalhar e montar a equipe. Fico feliz de ver um brasileiro fazendo um ótimo trabalho em uma seleção."
Fonte: uol Esporte
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